Os primeiros registros históricos do uso da Cannabis Sativa para fabricação de papel, datam de 8.000 anos A.C. na China. Depois, os chineses descobriram e desenvolveram outras formas de uso da planta, principalmente para produção de artigos textêis e medicina.
A Durga tem como atividade a produção de Canábis Sativa para fins medicinais na indústria farmacêutica, nomeadamente em doenças do foro oncológico, transtorno do espectro autista , depressão, ansiedade, alívio da dor, doenças neurodegenerativas, epilepsia, doenças inflamatórias, entre outros.
Os gregos, romanos, africanos, indianos, e árabes, também aproveitaram as qualidades da planta, fosse ela consumida como alimento, medicina, combustível, fibras, ou fumo.
Carolus Linnaeus descreveu-a em 1753, chamando-a de Cannabis Sativa L., sendo que o “L” provém do seu sobrenome: Linnaeus. A Cannabis foi publicada novamente com sua redescrição em 1976, por Ernest Small e por Arthur Cronquist.
A Canábis tem um efeito analgésico e capacidade sedativa e mio-relaxante.
Diminuindo seus efeitos colaterais, inclusive de obstipação em portadores de dor crónica.
Restaura o apetite e controla as náuseas e vómitos, aliviando sintomas no tratamento do cancro.
A Canábis pode ser considerada um remédio leve e de toxicidade aguda baixa.
Há remédios mais eficientes, mas também são mais agressivos e têm maior potencial de dependência.
A Canábis pode ser utilizada no tratamento da epilepsia severa (Síndrome de Dravet).
É comum o cultivo de Cannabis Sativa Indica, Cannabis Sativa Sativa, e também de híbridas: novas subespécies surgidas de cruzamentos entre as espécies.
Entre as formas de uso medicinal desta planta, está a homeopatia.
Diversas formas farmacêuticas: tinturas, óleos, e extratos com concentração diversa.
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